22 de novembro de 2017

Laca base para uñas


Laca base para uñas
Fórmula 1
Copolímero de acrilato (Eudragit RL 100)..................10 g
Água purificada.............................................................5 g
Álcool isopropilico csp...............................................100 g
rmula 2
Copolímero de acrilato (Eudragit RL 100)..................10 g
Álcool csp.................................................................100 g

Modus operandi: En recipiente adecuado pesar todos los componentes, tapar y agitar frecuentemente. El proceso de disolución es lento, puede tardar varias horas. Se puede acelerar el proceso calentando la solución a 40-45ºC, tratado de no superar esa temperatura. Asegurar la competa disolución.
Envasado: Colocar en envases con buen cierre.
Aseguramiento de calidad: Líquido incoloro con olor característico a isopropanolol. Formación de película: colocar unas gotas del producto sobre un vidrio plano y evaporar el líquido. Debe quedar una película uniforme, muy adherente y flexible si se despega.
Conservación: Almacenar a temperatura no superior a 40ºC. Reválida. 24 meses.
Observaciones: Se recomienda que todo el material usado se enjuague inmediatamente con alcohol, no usar agua ya que precipita el eudragit y se adhiere como un plástico de muy difícil remoción. Evitar derrames en roscas debido a que se sella las tapas cuando se evapora el solvente y se dificulta la apertura.
Bibliografía: 
Codex Farmacéutico Bonaerense 2ºEd 2017.
Disponível em: https://www.hagasesegunarte.com.ar/laca-base-unas/

20 de outubro de 2017

Padronização de etiquetas para a dispensação de medicamentos potencialmente perigosos com foco na segurança do paciente em um hospital universitário

Luiz Filgueira de Melo Neto1, Rachel Nunes Ornellas1, Amanda Castro Domingues da Silva2, Nayara Fernandes Paes1, Mauricio Lauro de Oliveira Júnior1, Luiz Stanislau Nunes Chini2, Bruna Figueiredo Martins2Gilberto Barcelos Souza1, Mariana Souza Rocha1 & Márcia de Souza Antunes1.

1Hospital Universitário Antônio Pedro, Niterói, Rio de Janeiro, Brasil; 2Universidade Federal Fluminense, Niterói, Rio de Janeiro, Brasil. E-mail: farmacia@huap.uff.br

Introdução: Dentre as diversas estratégias para diminuir os erros de medicação no âmbito da Farmácia Hospitalar está o uso do sistema de distribuição de medicamentos em dose unitária, obtida através do processo do fracionamento de medicamentos. Neste contexto, uma das atribuições do Farmacêutico é aperfeiçoar o processo de unitarização de doses, de acordo com o Protocolo de Segurança na Prescrição, Uso e Administração de Medicamentos.

Objetivo: Garantir a Segurança do Paciente com a padronização das embalagens secundárias dos medicamentos potencialmente perigosos, visando a diminuição de erros no processo de unitarização do medicamento.

Método: Trata-se de uma pesquisa descritiva, realizada no Serviço de Farmácia de um Hospital Universitário, onde foi observada a falta de informações importantes nas etiquetas de identificação dos medicamentos injetáveis potencialmente perigosos, utilizados na instituição.

Resultados: Em 100 % das informações nas etiquetas observadas, todas apresentaram falhas técnicas sobre o medicamento, tais como: estabilidade, diluentes, volume de diluição, concentração final, tempo de infusão e classificação do medicamento, segundo o seu potencial de dano tissular por extravasamento. Adicionalmente, constatou-se que os medicamentos com nomes semelhantes (Dopamina e Dobutamina, Epinefrina e Norepinefrina), não possuíam destaques na grafia (DOPAmina e DOBUtamina; NORepinefrina e EPInefrina), com a finalidade de evitar equívocos na dispensação desses medicamentos.

Conclusão: A tecnologia de informação tem a capacidade de diminuir os Erros de Medicação que podem ocorrer em qualquer etapa da cadeia de distribuição de medicamentos. Assim, de acordo com o Protocolo Nacional de Segurança do Paciente, é imprescindível que as etiquetas para dose unitária de medicamentos injetáveis potencialmente de alto risco apresentem as seguintes informações: nome do medicamento na denominação comum brasileira ou internacional, lote, data de validade após fracionamento, código de barras e matrix, nome do responsável pelo fracionamento do medicamento, parâmetros físico-químicos e classificação do medicamento de acordo com a toxicidade tissular (vesicante, irritante ou neutra).

Poster in: 9º Congresso Riopharma de Ciências Farmacêuticas. 21 a 22 de setembro de 2017. Rio de Janeiro. RJ. Brasil.

20 de setembro de 2017

Livro Manual de Farmácia Clínica e Cuidado ao Paciente

  • Editora: Atheneu
  • Páginas: 312
  • Autor: Débora C.M.F. de Carvalho; Livia M.G. Barbosa;
  • Edição: 1
  • Acabamento: Brochura
  • Ano da publicação: 2017
  • Idioma: Português
  • Série/Coleção:
  • Assunto: Farmácia & Farmacologia
  • Formato: 28,0 x 21,0 x 2,0 cm

18 de agosto de 2017

VASopressina 1 unidade/mL, infusão IV. Diluição:


Descrição: cada mL contém 20 unidades de VASopressina (ampola 1 mL). Excipientes: clorbutanol, ácido acético, cloreto de sódio, água. Estocar em temperatura ambiente, não congelar e proteger da luz. Injeção com pH 2,5-4,5.

Categoria terapêutica: hormônio VASopressina sintética (8-arginina VASopressina); prevenção e tratamento de distensão abdominal pós-operatória, em radiografia abdominal para evitar a interferência de sombras gasosas, em diabetes insipidus, na hemorragia gastrintestinal, na RCP cardiorrespiratória, no tratamento da fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular refratária à desfibrilação elétrica, na assistolia e atividade elétrica sem pulso e no choque séptico.

VASopressina 1 unidade/mL, infusão IV. Diluição: 2,5 mL (=20 unidades/mL) + 47,5 mL de soro glicosado 5% (=1000 mU/mL).

Peso paciente
37-43 kg
44-50 kg
51-60 kg
61-74 kg
75-90 kg
Dose unidades /min
(mL/h)
(mL/h)
(mL/h)
(mL/h)
(mL/h)
0,02
1,2
1,2
1,2
1,2
1,2
0,03
1,8
1,8
1,8
1,8
1,8
0,04
2,4
2,4
2,4
2,4
2,4

 

25 de junho de 2017

Formulário Farmacêutico Magistral, 2ª ed. 2017

2ª Ed. 2017 -  Editora Medfarma
ISBN 978-85-89248-17-4
1194 págs. - Capa dura - Preço: R$ 234,00
 
Formulário Farmacêutico Magistral 2017 apresenta em 1194 páginas 1084 fármacos em mais de 1.300 fórmulas de medicamentos manipulados, suas respectivas estabilidades, modos de preparo a partir de matérias-primas, cápsulas, comprimidos, ampolas, soluções para nebulização, sprays nasais, ou de outras formas farmacêuticas existentes. A obra é ricamente referenciada e embasada na literatura farmacêutica internacional atual, de leitura fácil e objetiva, e assim, de grande utilidade aos estudantes de farmácia e aos profissionais da manipulação magistral no ambiente hospitalar e nas farmácias de manipulação. 
  1. Agradecimentos
  2. Nota
  3. Introdução
  4. Manipulação Magistral
  5. Medicamentos em Dermatologia
  6. Preparações Tópicas Semisólidas
  7. Medicamentos em Oftalmologia
  8. Glossário Dermatológico
  9. Glossário Farmacêutico
  10. Tabela de pH
  11. Fórmulas Farmacêuticas

30 de abril de 2017

Sucralfato en pomada adhesiva oral

En una entrada anterior ya se describió el uso del sucralfato en el tratamiento de la mucositis, por sus propiedades protectoras y epitelizantes de la mucosa bucal. En este artículo vamos a analizar una formulación magistral de este activo junto con otros complementarios, en pomada adhesiva oral. La prescripción es la siguiente: 

Sucralfato, 4 %
Tetraciclina clorhidrato, 2 %
Lidocaína base, 1 %
Triamcinolona acetónido, 0,1 %
Pomada adhesiva oral csp 30 g
 
Vamos a analizar cómo incorporar los distintos activos prescritos en la pomada adhesiva oral:

- Tanto el sucralfato, como la tetraciclina y la triamcinolona acetonido deben dispersarse en vaselina líquida, excipiente muy afín a la pomada adhesiva oral. Es importante realizar adecuadamente esta dispersión para evitar la formación de grumos, sobre todo de sucralfato, polvo muy liviano de tipo algodonoso que tiende a formar fácilmente grumos en los distintos semisólidos. En el caso de que el médico indicara lidocaína clorhidrato en lugar de la forma base, se deberá pulverizar y mezclar junto a la tetraciclina y sucralfato. 

- La lidocaína base se disuelve sin problemas en su doble cantidad de propilenglicol calentado a 40-50º C y bajo constante agitación. Al cabo de unos minutos se disuelve totalmente la lidocaína base. Tal como indica el médico, debe emplearse la lidocaína base y no sustituirla por la forma clorhidratada. 

Desarrollo final y forma de elaboración de la fórmula 
Sucralfato, 1,2 g
Tetraciclina clorhidrato, 0,6 g
Lidocaína base, 0,3 g
Propilenglicol, 0,6 g
Triamcinolona acetónido, 0,03 g
Vaselina líquida, 1,8 g
Pomada adhesiva oral csp 30 g
 
1. Calentar el propilenglicol a 40-50º C y disolver la lidocaína base. 

2. Añadir la solución sobre la pomada adhesiva oral agitando hasta homogeneidad. 

3. En un mortero pulverizar la tetraciclina (extremar la pulverización, ya que se presenta como un solido cristalino) y mezclar junto con el sucralfato y la triamcinolona (ambos vienen perfectamente pulverizados por parte del proveedor). 

4. Añadir la vaselina líquida y batir hasta formar una pasta perfectamente homogénea. 

5. Agregar la pomada anterior en pequeñas porciones batiendo hasta homogeneidad.

Se obtiene una pomada amarillenta de consistencia media.
 

http://www.formulacionmagistral.org